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Detalhe da Crise nos 4 Países da Europa

Irlanda

• Pontos fracos: Os bancos são o principal problema do "Tigre Celta". Quase todo o abismo do défice de 2010, representando 32% do PIB, deve-se ao plano de ajuda aos bancos.

• O sector financeiro tinha crescido para além do razoável, sobre a bolha imobiliária dos anos 2000. A crise já matou o mercado da construção e do imobiliário. As Famílias encontram-se em grandes dificuldades: maoir parte das suas dívidas estão nos lares dos irlandese que atingem 150% do salário disponível de cada agregado . "O crédito "mal parado" poderá aumentar nos próximos meses, o que poderá enfraquecer bancos e indiretamente aumentar o déficit do Estado, que viria em seu socorro", preocupa-Adele Renaux, economista do Natixis.

• Pontos Fortes: A Irlanda é um país altamente competitivo, ao contrário de Espanha e Portugal. O imposto sobre as sociedades esta em 12,5%, continua bem abaixo dos seus homólogos europeus, entre 20% e 30. A força de trabalho é altamente treinados.

Ao contrário também aos países da Península Ibérica, a Irlanda é especializada nas indústrias de farmácia, química ou mesmo a comida, a ilha tem uma elevada actividade comercial. As exportações deverão ser a principal, se não o único motor de crescimento no médio prazo.

Portugal

• Pontos Fracos: Uma economia especializada em indústrias de baixo valor agregado, como os têxteis. Está em concorrência directa com os países de baixo custo, como os tigres asiáticos, da Tunísia e Turquia. Além disso, seu principal cliente é nem menos que a Espanha, um país em apuros.

O cenário econômico é desolador. O recente aumento do IVA e um mercado de trabalho fragilizado deverá dificultar qualquer recuperação no consumo e com um PIB que deverá cair 0,2% em 2011.

• Pontos Fortes: "Portugal lançou em 2000 as reformas para melhorar a sua competitividade", diz Jesus Castillo, economista do Natixis. "Mas a compressão dos salários tem cortado os gastos dos consumidores."

Espanha

• Pontos Fracos: Como em Portugal, as consequências da explosão da bolha da habitação foram terríveis. Os bancos regionais estão em grandes apuros. O mercado imobiliário e a indústria da construção civil foram afectados em longo prazo.

• Pontos Fortes: A terapia de choque do paciente auto-infligida e da dívida pública devem permanecer bem abaixo dos níveis vistos em outros países periféricos. Por outro lado, "limpar a economia continua (...) o forte aumento da poupança das famílias e da mudança da atividade para a indústria".

Ainda assim, a atividade tem sido impulsionada, nos últimos anos pelo boom imobiliário. Espanha tem agora de encontrar outro mecanismo. Nos próximos anos, "o desafio para a Espanha é encontrar um novo modelo econômico, investindo na formação, em especial, Análise de Jesus Castro, economista do Natixis. Uma metamorfose que levará tempo. Enquanto isso, o país conta com o turismo.

Grécia

• Pontos Fracos: Historicamente, as finanças públicas gregas foram mal geridas, com um lado as receitas e despesas fiscais que não se encaixam. Parte pela culpa de uma forte fraude fiscal. Resultado da dívida pública, atingirá um pico de 150% do PIB em 2013. Um recorde na zona do euro.

A economia continua em recessão. O PIB caiu 1,1% no terceiro trimestre. Com um orçamento apertado, o barandamento no investimento empresarial deve levar a uma diminuição de 3,1% na atividade em 2011.

• Destaques: O turismo continua a ser um ponto forte.

A produtividade horária é superior aos da Espanha e de Portugal. Além disso, ainda está a aproximar-se com o nível econômico do resto da Europa, que garante um crescimento das reservas ao longo do tempo. Por fim, goza de subsídios substanciais da UE (8,5 bilhões de euros em 2008).




Fonte :Via  Le Figaro em : Forces et faiblesses des pays européens malades

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