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Intervenção militar Internacional na Líbia

Três horas depois da França se ter lançado, sozinha, na ofensiva contra a Líbia, apelidada de "Dawn of the Odyssey, os primeiros ataques surgiram às 17h45, onde uma aeronave francesa, um Rafale, abriu fogo contra um veículo militar blindado líbio que foi "destruído", segundo o Ministério da Defesa de França. Entretanto o Pentágono anunciava que os Estados Unidos, que anteriormente se tinham recusado a dar o seu grau de envolvimento na operação, também tinham dispararado, mísseis de cruzeiro Tomahawk. Enquanto isso, Barack Obama anunciava que tinha autorizado uma acção militar limitada na Líbia, e David Cameron, o primeiro-ministro britânico, indicava que as forças de seu país, também tinham estado em acção no céu Líbia. 

Conclusão: os EUA e a Grã-Bretanha lançaram, numa primeira onda, cerca de 110 mísseis de cruzeiro Tomahawk, afectando particularmente os arredores de Trípoli e Misrata, locais onde existiam baterias anti-aérea, ao qual facilitou, "o voo das aeronaves das forças da coligação, segundo uma fonte militar dos EUA". E de acordo com o Pentágono, são os exércitos dos cinco países da coligação que lançaram mísseis na noite de sábado ao longo da costa da Líbia: as forças francesas, britânicas, americanas, italianas e canadenses.

Rapidamente, a televisão oficial líbia acusou "as invasões inimigas"  de ter disparado contra "alvos civis", segundo um oficial líbio, ao qual também denunciou de "agressão bárbara". Os Media da TV líbia, afirmaram ainda que, os aviões franceses tinham sido baleados pela defesa aérea da Líbia na região de Trípoli. Informação essa, que foi negada pelo exército francês, "Todos os aviões que sairam hoje, regressaram todos para a Base".

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