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Raios, Relâmpagos e Trovões

Raios, Relâmpagos e Trovões

Um Raio é uma descarga atmosférica electrostática (faísca), acompanhada por trovões, que normalmente ocorre durante tempestades, e às vezes durante as erupções vulcânicas ou tempestades de poeira. 


A partir desta descarga de electricidade atmosférica, um raio pode viajar a uma velocidade de 220.000 km / h, e pode atingir temperaturas próximas 30.000 ° C, o suficiente para fundir a sílica, principal componente da areia e a principal matéria prima para o vidro, em fulgurito, pois quando submetidas a descargas eléctricas de origem atmosférica vitrificam-se, devido à fusão da sílica, de forma oblonga, cilíndrica ou tubular e geralmente ocos. 




Ocorrem cerca de 16 milhões de trovoadas no mundo e em cada ano. Um raio é um fenómeno em que para acontecer é preciso que existam cargas opostas entre uma nuvem e o chão, quando isso acontece, a atracção é muito forte, então temos uma enorme descarga eléctrica. 

Existem três tipos de raios classificados pela sua origem, também menos comum-ente chamados descargas iónicas ou atmosféricas: 
  • Da nuvem para o solo. 
  • Do solo para a nuvem. 
  • Entre nuvens. 

A descarga ocorre no momento em que as cargas eléctricas (Quantidade de iões: catiões ou aniões) atingem energia suficiente para superar a rigidez dieléctrica do ar, de forma explosiva, luminosa e violenta. 

O processo ainda não se encontra totalmente esclarecido, havendo controvérsias sobre seu mecanismo de formação, mas sabe-se que, na maioria dos casos, a descarga ocorre após uma concentração de cargas, no qual pode-se falar em centros de concentração, e prossegue em duas fases distintas: 
  • Na primeira libertam-se da nuvem várias descargas menores a partir do ar ionizado, criando o precursor da descarga: uma corrente iónica tanto maior quanto mais se aproxima do solo, favorecendo assim o trajecto do raio em formação. O precursor pode ser predominantemente ascendente ou descendente, pois, depende da natureza dos íons que formam a nuvem iónica. Ao ocorrer de um precursor aproximar-se do outro centro de cargas, este induzirá uma formação de um precursor oposto. 

  • Quando o precursor completa o contacto entre os centros de cargas, ocorre no sentido inverso ao longo daquele trajecto uma corrente aniônica, ou catiônica, dependendo da carga. É esta segunda descarga que vemos e ouvimos, e que irá contribuir para equilibrar as cargas iónicas da nuvem e do solo.
Fonte : texto e imagem Wikipédia


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