A Sociedade Terrafugia Inc., foi a primeira empresa a desenvolver o primeiro carro voador, o Terrafugia Transition . Com base na s...
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Ibéria 300 anos A.C
Quem foram os primeiros Transmontanos?
Muito antes das invasões romanas , por volta de 218 a.c, sabe-se que já habitavam na Península Ibérica os povos Ibéricos.
Para melhor entender a origem dos Transmontanos, vamos iniciar uma viagem ao passado, até à pré-historia da península ibérica. Segundo os investigadores, a chegada dos primeiros hominídeos, à Península Ibérica, foi à cerca de 1,2 milhões de anos e que se prolongou até às guerras púnicas, e pensa-se também que os primeiros que a habitaram foram os povos autóctones conhecidos como iberios.
Ibéria 200 anos A.C
Varias teorias, relatam que, teriam sido eles os os criadores da grande cultura megalítica que teve início em Portugal e outra seria que, os Iberos seriam de origem caucasiana, e teriam construído oppida muito semelhantes às mesmas construções encontradas na Escócia
Seria então, na idade do ferro, por volta de 700 a.c até 218 a.c, que se deu a expansão das tribos Indo-Europeus, de origem celta, cujo falariam a língua proto-indo-europeia. Essa língua, pelo que se sabe, teve origem próxima, do Mar negro, no oriente.
Nesse período de expansão, foi o prelúdio dos Celtibéricos, oriundos da região do Douro, Tejo e Guadina, resultado das tribos dos célticos e da lusitânia, que foram todo o berço da Península.
Após a invasão dos romanos, por volta de 218 a.c, nasce a Galécia ( Gallaeccia ), isto com a chegada dos suevos, encabeçados pelo rei Hermerico, que pactuaram um foedus. Sendo assim, a Galécia, futuro Reino da Galiza, que se estendeu até Coimbra, iria também, englobar toda a região do norte de Portugal, incluindo toda a zona do nordeste transmontano e a actual Galiza em Espanha, ( ver imagem ), que era dividida administrativamente em 3 conventi :
Como poderemos ver, com apoio aos mapas ( imagens ), o Distrito de Trás-os-Montes e Alto Douro foi palco de transformações e divida por tribos e invasões romanas, e somente no inicio do condado Portucalense, pertencente ao Reino da Galiza, deu o nascimento do reino de Portugal, que por sua vez iria dar origem à província Transmontana.
Só por volta de do século XVI, Trás-os-Montes iria ser reconhecida como província.
A partir do século XVII, a província passou a ser dividida em comarcas, cada uma com o seu corregedor. A província passou, então, a ser apenas uma unidade estatística e uma região militar comandada por um governador das armas. No início do século XIX, Trás-os-Montes incluía as comarcas de Bragança, Miranda, Moncorvo, Vila Real.
A província de Trás-os-Montes manteve-se na divisão administrativa de 1832.
Nessa altura passou a dispor de um prefeito — magistrado que representava o governo central — e de uma junta geral de província — órgão autárquico, eleito localmente. A província passou a estar dividida nas comarcas de Bragança, Chaves, Moncorvo e Vila Real.
As comarcas, que não eram sede de província, dispunham, cada uma de um sub-prefeito, que representava o prefeito.
Pela reforma administrativa de 1835, Portugal foi dividido em distritos.
A divisão, em províncias, manteve-se, mas estas passaram a ser meros agrupamentos de distritos para fins estatísticos e de referência regional, sem órgãos próprios.
A Província de Trás-os-Montes passou a agrupar os distritos de Bragança e de Vila Real.
A província, agora com a designação de Trás-os-Montes e Alto Douro e englobando alguns concelhos na margem esquerda do Douro, foi reinstituída pela reforma administrativa de 1936, em conformidade com a Constituição de 1933 (Estado Novo).
As novas províncias, foram criadas, com base num estudo geográfico que identificava 13 "regiões naturais" no território de Portugal Continental. A região natural de Trás-os-Montes e a região natural do Alto Douro, foram agrupadas na província de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Fonte : texto e imagem baseado no wikipédia
A desindustrialização de Portugal, a destruição da agricultura e da pesca nacional é uma questão
que preocupa naturalmente muitos portugueses porque um país sem as suas actividades produtivas por excelência – agricultura, pescas e indústria transformadora – não tem
possibilidades de ser verdadeiramente independente.
No entanto, é importante não confundir
industrialização com aumento de produção pois este também pode ser alcançada com um melhor
e mais intenso aproveitamento da capacidade produtiva já instalada até porque está subutilizada.
Segundo dados do Banco Portugal, nos 20 anos anteriores ao 25 de Abril (1954/1974), a
contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o PIB, ou seja, para a riqueza criada
anualmente, diminuiu de 55% para 40,6% do PIB, isto é em 14,4 pontos percentuais (-26,1%),
enquanto nos 21 anos posteriores ao 25 de Abril (1974/1995), a diminuição foi de 40,6% para
27,4% do PIB, ou seja, em 13,2 pontos percentuais (-32,6%).E segundo dados do INE, entre 1995
e 2002, ou seja, depois de Portugal ter entrado para a União Europeia mas antes da Zona Euro,
portanto em 7 anos, a contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o PIB diminuiu de
21,4% para 17,3% do PIB, isto é em 4,1 pontos percentuais (-19%), enquanto no período
2002/2012, ou seja, em 10 anos de euro a contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o
PIB diminuiu de 17,3% para apenas 14,7% do PIB ou seja, em 2,6 pontos percentuais (-15%).
Portanto, afirmar que a desindustrialização do país e a destruição da agricultura e pescas é
apenas consequência da entrada do nosso pais na U.E. e na Zona Euro não tem qualquer
sustentação na realidade e só torna mais difícil identificar as verdadeiras causas do problema e,
também, mais difícil resolvê-lo No entanto, é certo que a entrada de Portugal na Zona Euro
agravou ainda mais o problema na medida em que, por um lado, o país estava profundamente
debilitado e com problemas estruturais graves (78% da população empregada tinha o 3º ciclo do
ensino básico ou menos) tendo a destruição continuado e, por outro lado, tornou muito mais difícil
inverter o processo já que o país perdeu instrumentos importantes de politica macroeconómica (a
politica aduaneira, cambial, monetária, orçamental, de investimentos, etc.).
Por outro lado, segundo dados divulgados pelo Eurostat, no período 2000-2010, verificou-se em
toda a União Europeia uma diminuição da contribuição da Industria e Energia para o PIB (nos 27
países das União Europeia, em média o peso da Industria e da Energia no PIB diminui de 22,4%
para 18,7% do PIB, ou seja, em 3,7 pontos percentuais, sendo superior mesmo à redução
verificada em Portugal, no mesmo período, que foi de -3,6 pontos percentuais). A Alemanha foi o
país onde a quebra foi menor (apenas menos 1,5 pontos percentuais, pois passou de 25,3% para
23,8% PIB), continuando a possuir a indústria mais poderosa da Europa. Portanto, aquilo que se
convencionou chamar “desindustrialização” é um processo que abrange todos os países da União
Europeia, embora com graus de intensidade diferentes.
No entanto, é importante não ignorar que
o crescimento económico e o desenvolvimento, na época actual, estão associados ao crescimento
dos serviços e, consequentemente, à diminuição da contribuição da agricultura, pescas e indústria.
Os grupos económicos, aproveitando as facilidades concedidas pelos governos dos chamados
países emergentes (ex.: China, Índia Brasil, Paquistão, etc.) instalaram-se nesses países,
deslocalizando a sua produção, tirando proveito das vantagens competitivas oferecias por esses
países (mão de obra barata e pouco reivindicativa, baixos impostos, etc.), controlam uma parte
importante da industria desses países (de acordo com estudos divulgados, cerca de metade da
industria chinesa é controlada por empresas estrangeiras) assim como uma parte importante do
mercado desses países e, aproveitando a liberalização do comercio internacional, “atacam” os
mercados dos países mais desenvolvidos levando à falência milhares de empresas nesses países,
provocando a desindustrialização e fazendo disparar o desemprego
Neste contexto, para que a reindustrialização de Portugal e a recuperação da agricultura e pescas
seja possível, é necessário que o comercio internacional seja regulamentado, substituindo o actual comercio internacional totalmente liberalizado em que as grandes empresas multinacionais fazem
uma concorrência desleal, através da deslocalização da produção, obtendo assim grandes
benefícios e, se isso não for possível, é necessário que Portugal recupere rapidamente os
instrumentos de politica macroeconómica que perdeu com a sua integração na U.E. e na Zona
euro – politica aduaneira, cambial, orçamental, monetária, etc. – para se poder defender de um
comercio internacional sem regras, e simultaneamente que o Estado controle as empresas
estratégicas que dominam sectores estratégicos para que os seus objectivos passem a ser os do
crescimento económico e de desenvolvimento do pais, o que não acontece actualmente. Pensar
que é possível a industrialização do país e a recuperação da agricultura e das pescas sem tais
condições é, para nós, uma ilusão e engana a opinião pública.
A Sociedade Terrafugia Inc., foi a primeira empresa a desenvolver o primeiro carro voador, o Terrafugia Transition.
Com base na sua experiência, com o programa Terrafugia Transition, a Sociedade Terrafugia, começou recentemente, um novo projecto que visa o estudo sobre a viabilidade de uma descolagem e pouso vertical, o TF-X, sua denominação, que será um híbrido e que irá, também, incorporar a tecnologia Fly by Wire, tecnologia essa, que foi desenvolvida pela Airbus.
A Terrafugia incidirá o X TF-programa ™ com metas claras que melhoram a segurança, simplicidade e conveniência do transporte pessoal.
Através da História, a Humanidade batalhou para entender as engrenagens fundamentais do mundo material.
Aventurámo-nos para descobrir as regras e os padrões que determinam as qualidades dos objectos que nos rodeiam e a sua relação complexa entre nos e entre si.
Ao longo de milhares de anos, sociedades por todo mundo descobriram que uma disciplina acima de todas fornecia um certo conhecimento sobre as realidades subjacentes do mundo físico.
Essa disciplina é a Matemática.
Mais de 3 mil anos antes do matemático e filosofo Leibniz, os Egípcios já tinham entendido e dado importância ao sistema de numeração Binário, no qual nos dias de hoje, todo o Sistema tecnológico depende desses princípios, ver em << A Evolução da Informática - Desde o Ábaco até à Internet >>
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A seguir à Metanfetamina, é a cocaína que cria a maior dependência psicológica de todas as drogas. É um aditivo poderoso, estimulante do nosso sistema nervoso.
O efeito da cocaína no nosso organismo é iniciado após 1 a 2 minutos, depois de ser aspirada ( inalada ), criando uma sensação de euforia e de energia, que se prolonga até 30 a 40 minutos e que se seguem com disforia, angústia e tristeza.
É um potente vasoconstritor, "O processo de vasoconstrição causa um aumento da pressão sanguínea. Também possibilita a conservação do calor corporal, em situação de baixa temperatura externa: os capilares contraem-se, forçando o sangue a circular a uma maior distância da superfície cutânea, prevenindo uma transferência de energia para o meio externo".
A cocaína causa a perda de apetite, insónias, aumento da pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos logo riscos de ataques cardíacos e derrame cerebral - AVC - , tonturas, alucinações, dores abdominais, dores de cabeça, náusea - vómitos, danos irreparáveis nos cérebro.
Criou-se o mito que a cocaína não cria dependência, mas já foi revelado um estudo no laboratório nacional de Brookhaveen, nos Estados Unidos, que a cocaína pode ser tão viciante como o crack. A pesquisa revelou que a dependência é criada, dado que os seus efeitos são curtos e de um rápido desenvolvimento à tolerância criada pelo corpo, obriga ao usuário a consumir novamente, com doses superiores para criar as mesmas sensações de energia e também para quebrar a angústia e a tristeza originada pela quebra do efeito da droga, ao qual num consumo excessivo poderá mesmo levar à morte.
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Um Boeing B747-400 da companhia aérea norte-americana National Airlines , caiu logo depois de descolar da base aérea de Bagram, no Afeganistão, no dia 29 de abril de 2013, matando todos os sete da tripulação.
O avião envolvido era um Boeing 747-428BCF com a matrícula N949CA, c / n 25630, o seu primeiro voo foi em 1993. O avião que caiu da, National Airlines, na verdade operava sob a licença da Air Atlanta Icelandic para a National Air Cargo até 2011.
A companhia aérea tinha como rota entre Bagram e Dubai . O avião tinha descolado da pista 03 às 15:30 ( Hora local ), subiu até aos 1.200 pés ( 365.76 metros ), quando o nariz da aeronave subiu acentuadamente. Ao que parece, segundo relatos ouvidos, que parte da carga dos cinco veículos militares teria mudado de posição. O avião caiu e explodiu em chamas no momento do impacto. O local do acidente foi perto do final da pista 03 dentro do perímetro da base aérea de Bagram. Todas os sete tripulantes, quatro pilotos, dois mecânicos e um mestre de carga morreram.
Nunca é demais alertar os perigos e sensibilizar o que as drogas criam, as dependências e os efeitos na saúde tanto no consumidor como na sociedade.
A metanfetamina, é considerada a droga mais letal no mundo, é um estimulante que consegue ser três vezes mais poderosa do que a cocaína. Uma dose de 250 g de "Cristal, Meth, Tina e Tik", é o nome no qual é mais conhecida, pode custar até cerca de 25 dólares. Uma simples dose pode deixar a pessoa com o efeito de euforia durante 12 horas. É uma droga altamente viciante ao qual se perde totalmente o controle dela. Os efeitos são extremamente perigosos, com possibilidades de ataques cardíacos derrames cerebrais e mesmo coma . Não admira que na última década o consumo do "meth" tenha aumentado radicalmente em todo mundo.
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Honey, let's move to another place, another planet ... Imagine this can be a reality! Instead of emigrating to another country, we simply moved to another planet ...
But we are still far from this reality, even knowing, the recent news released by astronomers of the discovery of two more candidates, habitable planets discovered by the Kepler telescope.
These latest planets, Kepler-62e and Kepler-62f are the most recent findings made by the Kepler telescope and are located 1200 light years of our beloved blue planet, Earth.
So if you are trying to think of going on vacation to one of those exotic places, recent and future candidates for colonization, will have to wait more than a good time and have a transport, fast enough, to make sure you arrive at least alive, to the destination .... Because 1200 light years is not exactly next door house.
To get an idea, one light year is 9 × 10'12 Km (Kilometers). It would take 1 × 10'16 Km (kilometers) ,to go to one of those Kepler's planets at a speed of light, wich is 299792 km / s or 1,079,252,849 km / h, to finally reach the destination, Kepler, in 1200 years.
Speaking of space transportation, engineers of the United States, are considering the possibility of building a spaceship, the Enterprise, like the Star Trek movie, which could be launched in the next 20 years, to the conquest of space.
But it does not stop here, last year 2012, NASA and the Pentagon supported the idea of building also an interstellar spaceship, which had the ability to carry 200 people on a journey for 90 years, to Proxima Centauri, which is the closest star to the Sun, which is a measly 4.22 years light.
So, if you no longer enjoying the neighborhood and thinks of changing to another place, or somewhere else, think about staying in our blue planet that we call earth, because you can always get time to enjoy the place ...
This amazing, documentary shows how it would be if we had to move to a new planet.